Desenvolvimento Amoroso

Estado civil: Casada!

Há 21 anos preencho meu estado civil: casada!

Hoje resolvi escrever sobre relacionamentos e quis começar pelo que mais tenho experiência – o casamento.

Casei-me cedo, com 21 anos, se você fez o cálculo, rapidamente já descobriu que tenho 42 anos e que agora, já computo mais dias vividos com meu marido do que com meus pais.

Três anos depois do enlace nasceu meu primeiro filho que ganhou mais duas irmãs ao longo dos anos.

Quando minha caçula nasceu fui surpreendida (sem brincadeira!) mais de uma vez, com perguntas do tipo: “Terceiro? Do mesmo casamento?” e eu ria, pois para mim era natural, mas para muita gente, não.

O fato é que não há receita pronta para longos anos de relacionamento, há equilíbrio matrimonial e amor!

Quando o amor não é o problema, como atingir esse tal equilíbrio matrimonial?

Em primeiro lugar, cada um, homem e mulher, precisa se autoconhecer, saber quais são seus potenciais, seus limites, seus sonhos. Conhecer-se, requer olhar para dentro, aceitar-se e ter amor próprio para que possa compartilhar sua vida com a vida do outro e juntos viverem a vida que se quer viver.

Outro ponto que o casal precisa desenvolver para ter equilíbrio matrimonial é a habilidade de diálogo, sem competição, que vise o bem comum. Tarefa nada fácil, porque quem não quer ter razão?

Uso duas perguntas para ajudar: “Essa decisão fará meu marido feliz?” “Será bom para todos?”

Imprescindível, também, é desenvolver a resiliência. Resiliência é a capacidade de passar por momentos de dificuldade e retornar rapidamente ao ponto de equilíbrio, de calmaria, superando o ocorrido. Algumas dicas para desenvolver a resiliência:

  • tenha atitudes positivas;
  • procure por novas soluções mediante aos problemas;
  • prepare-se para mudanças, comece por encontrar novos caminhos para o trabalho, mude os móveis de lugar, troque de supermercado, experimente novas marcas;
  • aprenda com seus erros, tire algo de bom;
  • aprenda a equilibrar suas emoções, que tal ativar a espiritualidade?

 

Por fim, eleja mentores, pode ser um casal amigo que inspire vocês, por exemplo. Não hesite em buscar ajuda o mercado dispõe de profissionais comportamentais que trabalham diretamente com casais e famílias.

 

Posso afirmar que é possível viver a vida que você quer no matrimônio! Dedique-se!

 

Grande abraço!!

 

Luciana Cairo