“E se…”

“E se…”

 

E se… eu não ler esse texto?

E se… eu não pegar aquele voo?

E se… eu não for trabalhar?

E se… eu fosse falar com ele?

E se…eu comprasse uma bicicleta?

 

E se…

E se…

E se…

E …

Se…

 

No final do filme “Cartas para Julieta” (recomendo, a história é previsível mas a fotografia é linda!) a leitura de uma das cartas fala sobre “e se” que me motivou a escrever sobre o assunto.

 

“E” e “SE” sozinhos não possuem significado profundo, mas juntos, “E SE…” nos deixam numa situação de dúvidas incontestáveis sobre o futuro. Dúvidas sobre decisões que precisamos tomar e que por algum motivo não estamos certos.

 

Porém quando o “ e se…” vem acompanhado de uma negativa, sua conotação, além da dúvida, pode vir acompanhada de arrependimento por não ter tentado.

 

E se…eu tivesse ido?

E se…eu tivesse aceito aquele emprego?

E se…eu tivesse estudado?

E se…eu tivesse desculpado?

 

Quantos “e se…” já tivemos em nossas vidas, hein?

 

Eu tive e ainda tenho um montão!!!

 

Mas tenho percebido que os meu “e se…” são menos impactantes quando ativo a resiliência que há em mim fazendo-me levantar, sacudir a poeira e focar nos meus objetivos.

Tenho notado também que meus “e se…” foram evoluindo a medida que comecei a tomar mais decisões e ter novas atitudes, fazendo aquilo que queria e vivendo a vida que escolhi.

 

O “e se…” estará aí a vida toda e levo comigo que os piores são o de arrependimento de não ter feito algo que poderia.

 

Faça, permita-se, experimente!!!

 

Boa semana!!

 

Luciana Cairo