Quando a DOR nos encontra

Acredito que somos seres espirituais tendo uma experiência humana como disse Teilhard de Chardin. E nessa experiência somos expostos ao bem e ao mal em proporções imprevisíveis para cada um.

Lidar com o bem é fácil! Humanamente falando, agimos para fugir da dor ou para buscar o prazer. Mas, e quando a dor nos encontra?

A dor física, psicológica ou emocional, qualquer uma delas, desafia nossa essência espiritual e conforme a intensidade nos fere por um longo tempo.

Cada um sabe o tamanho da sua dor como diz minha sábia mãe. A dor de um parto pode ser mais sentida por uma mãe que por outra, a dor de uma notícia de um câncer pode ser mais dolorida para um que para outro, a dor de uma perda pode ser superada mais rapidamente por um e menos por outro…

A medida de cada um depende do como se esta preparado para enfrentar a dor e o quanto se transforma a oportunidade da dor em um recurso de fortalecimento  e superação dos seus limites.

Constantemente somos surpreendidos pela dor. Ela vem sem avisar, vem sem dar pistas e à primeira vista, ela nos abate sim! Mente quem diz o contrário. Como o bambu é curvado pelos grandes ventos, também somos dobrados pela dor, mas, também, como o bambu que volta ao seu eixo após a ventania,  usando de nossa resiliência e fé podemos voltar ao nosso equilíbrio para encarar aquilo que nos foi imposto naquele momento.

A dor deve ser vista como uma oportunidade de crescimento. Isso é maturidade de vida. Isso é saber viver a vida que se quer viver.

Está doendo? Olhe para dentro de si e encontre seus motivos mais íntimos, aqueles que te fazem levantar da cama diariamente para seguir em frente e viver um novo dia. Siga sua missão, seu propósito e seja grato pela bonança que virá depois da tempestade, porque ela sempre vem, acredite!

Uma ótima semana de superação prá mim e prá você, amém!!

Abraços carinhosos,

Luciana