autoconhecimento

Duas listas que você deve preencher agora!!

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O feedback dos leitores sobre essas listas foi tão bacana que resolvi dar uma resumida, sem perder a qualidade, aqui para o blog.

Estamos no mês de setembro, na reta final do ano e, por vezes, achamos que tudo aquilo que nos propomos no início do ano não deu certo.

É certo que algumas coisas não dão mesmo, por vários motivos que não vou abordar aqui.

Mas a verdade é que nós, muitas vezes, não percebemos nossos progressos, pois estamos de olho no objetivo final, aquele grandioso que nos propomos.

Isso tem o lado ruim e o lado bom.

O lado ruim é que não enxergamos nossos pequenos progressos e nos sentimos intimidados, tristes e confusos.

O lado bom é que temos foco no resultado maior e isso não devemos perder de vista mesmo.

Mas me diga, se eu não enxergo os pequenos progressos, como vou ter motivação para continuar?

Aí entram em cena as duas listas!

É um exercício de autoconhecimento e autoavaliação.

 

Na primeiro lista, você é convidado a escrever todas as conquistas, por menores que sejam que conseguiu neste ano até agora, pode ser: emagrecimento de um quilo, o início de um curso, um novo grupo que passou a frequentar, uma nova amizade…e assim por diante. Liste tudo. Ao final, leia cada uma delas e reflita no que essas pequenas conquistas te ajudaram a chegar mais perto do seu objetivo, feito isso, agradeça.

 

Na segunda lista, você vai escrever aquelas coisas que não deram muito certo, aqueles tombos que a gente não quer contar para ninguém, muito menos ficar lembrando. É uma lista chata, eu admito, mas no final vai te fazer bem. Escreva tudo que lembrar: uma dívida nova, uma briga sem sentido, uma negociação mal feita… Escreva. Ao final, leia cada item e reflita: o que você aprendeu ou pode aprender com esse fato? Perceba o quanto seu erro te aproximou ou afastou de seu objetivo. Aprenda com isso. Agradeça pelo aprendizado.

 

A duas lista você pode baixar aqui!

 

Com as duas listas preenchidas em mãos, você pode avaliar sua vida neste ano (até o momento) e ajustar suas ações para colher bons frutos até dezembro.

 

O ano não acabou e ainda dá muuuito tempo para começar ou recomeçar algo que planejou, certo?

 

Bons ajustes!!

 

Abraços!

 

Luciana Cairo

 

 

Quando eu quero ouvir música (acontece sempre!)

Uma das coisas que considero parte de uma vida em equilíbrio é saber as coisas que se gosta e que se sente prazer, não é mesmo?

Houve um tempo da minha vida em que eu mal sabia o que gostava de fazer.

Resgatar as raízes, aquelas coisinhas que gostávamos de fazer quando criança ajuda muito.

Você se lembra como dançava e cantava sem preconceitos?

Se lembra como se entregava a um livro? O mundo podia acabar…

Se lembra como gostava de ver as nuvens e dar formatos a elas..

Muitas coisas…

Cada um de nós tem seu conjunto de coisas que dão prazer.

Eu tenho as minhas e uma delas é sem dúvida, a música.

Sou bastante eclética, gosto de variados artistas e estilos, mas confesso, ser bem chata, a música tem que ter qualidade.

Mais que um hobby, a música é uma ótima auxiliar para integrar ou mudar o estado que estou vivendo, se estou mais introspectiva, tenho minha lista, se estou eufórica tenho outra…e assim vai…

Vivemos tempos maravilhosos da tecnologia e temos acesso a uma infinidade de músicas, é a democratização musical de fato, todos tem a sua vez, desde artistas renomados aos novatos, basta que você escolha em um toque.

Quando eu quero ouvir música (acontece sempre!) eu uso dois recursos que gosto muito, o primeiro é o Youtube e o segundo, um app querido, o Spotfy. (Só para esclarecer, não estou ganhando nada por essa divulgação, ok? Puro compartilhamento amigo!)  Só gastando a internet, tenho o mundo aos meus ouvidos!

Me divirto, me transformo, me permito!

E você, usa alguma plataforma diferente para ouvir suas músicas? Conta prá gente!

 

Um beijo

L.

 

O querer nosso de cada dia

Eu quero, quero e quero!

E de preferência, quero agora!

Se identifica?

O querer nosso de cada dia vem recheado de expectativas e ansiedades, mas será que queremos de verdade?

Você já quis muito alguma coisa e quando estava prestes a conquista-la, essa coisa já não lhe parecia tão atraente?

Você já quis muito uma coisa e quando seus dedos estavam próximos a tocá-los, você mudou de ideia?

Pois é…Isso aconteceu comigo também!

Ouvi muitas vezes que não tinha foco ou que não sabia o que queria, ou ainda, que era “maria vai com as outras”…Mó tristeza! Me sentia um ser humano com defeito.

Com o passar do tempo, com o autoconhecimento e com a maturidade, percebi que nosso querer muda conforme nossas necessidades do momento.

Lembro-me de uma época da vida, querer muito fazer um mestrado…me desdobrei para isso e quando estava sendo aceita, parei…perdeu a graça e perdeu o sentido. Na época pensei que fosse falta de determinação, hoje vejo que não queria fazer um mestrado e que queria sim, ser aprovada, ser aceita, e, isso me satisfez.

Em outra ocasião, queria muito um determinado carro, igual de uma amiga de trabalho. Sonhava com ele, pensava em como seria bom dirigi-lo e, depois de muito tempo comprei o modelo tão sonhado…e, adivinha? Antes mesmo de terminar de pagá-lo, ele não trazia nenhum tipo de satisfação para mim, ao contrário, toda vez que tinha que pagar a prestação, me lamentava.

Eu precisava mesmo daquele carro naquela época? Na verdade não. Era um querer passageiro e material que me custou horas de trabalho suado.

O que quero te dizer hoje é que muitas vezes queremos aquilo que não queremos.

Queremos algo que a sociedade quer para nós.

Queremos algo que não nos trará felicidade plena.

Queremos algo que nos insira em um grupo social.

E por que queremos o que não queremos?

Porque deixamos que o outro queira por nós e porque de fato, não temos certeza das coisas que nos deixam felizes.

Fazer essa distinção entre seu próprio querer e o querer imposto é um exercício interno intenso. É necessário limpar os desejos e dar espaço ao essencial, ao que te completa, ao que te inspira e te traz paz.

Me perguntam: qual é o verdadeiro sentido da vida?

E eu respondo, buscar o querer que traz plenitude, felicidade e contribuição.

E sobre o sentido da vida, falo com você em outro texto!

Desejo uma semana repleta de quereres autênticos,…somente seus e de mais ninguém para que você viva intensamente A Vida Que Você Quer!

 

Beijos no coração!

L.

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Mãe, desacelera!

 

 

Quem é mãe levanta a mão!

Quem é filho de uma mãe, levanta a mão!

Isso!

 

É para você mãe ou filho de uma mãe que escrevo hoje!

 

Sabe aquela lista de coisas que aprendemos a fazer para não ficar perdida ou para nos organizarmos melhor? Bem, eu tenho uma dessas diariamente, virou um bom hábito, as vezes escrevo em um caderninho, outras, no celular, outras no pedacinho de papel que achei ali pela cozinha.

 

Certo dia minha lista estava tão cheia que resolvi delegar algumas tarefas, passei uma para meu filho, outra para minha filha, outra tarefa para meu marido e eu fiquei com as demais.

 

Sabe aqueles dias que você não senta nem para almoçar? Esse dia foi assim.

 

Mas por que estou te falando tudo isso? É que no meio da tarde quando eu já estava cansada, minha filha olhou para mim e disse: você não para nunca? Quanta animação, hein?

 

Fiquei pensando, animação é uma coisa boa! Eba! Recebi como um elogio!

 

Mas depois refletindo melhor, será que era animação ou afoitamento para terminar tudo que havia proposto?

 

Sou, realmente, bem animada para fazer as coisas, estou sempre procurando novidades, lugares diferentes, atividades que me tragam crescimento e gosto de dar conta das atividades corriqueiras.

 

Mas as perguntas da minha filha foram um sinal de alerta!

 

Até onde vai a animação e começa a distração? Distração mesmo, não escrevi errado. As vezes, nós mulheres e mães, nos atarefamos demasiadamente sem perceber, ocupando nosso tempo de forma que não podemos ocupa-lo com atividades que cuidem da gente (outros diriam que é uma fuga mesmo).

 

Estamos tão acostumadas a cuidar do outro que esquecemos de cuidar de nós. E não digo só da aparência (eu por exemplo, adoro uma massagem!), falo do cuidar da alma, do cuidar da essência.

 

Quando minha filha fez essas perguntas foi como ela quisesse me dizer, mãe, desacelera! Vai mais devagar…o tempo passa de qualquer jeito!

 

Em outras épocas, simplesmente responderia a ela que eram tarefas a serem feitas que não poderiam ficar para depois. Hoje, (como é bom desenvolver o autoconhecimento!) percebo as entrelinhas das situações da minha vida, reflito sobre elas e, se preciso, mudo.

 

Se você é mãe como eu, desacelera vai! Busque um tempo para você, viva intensamente.

 

Se você é filho ou filha de uma mãe, ajude-a a desacelerar! Veja sua mãe com olhos de quem quer ver! Fale com ela como fez minha filha, ajude-a a ver que a vida familiar e a vida dela mesma, merece mais que louças e roupas para lavar o tempo todo.

 

E se você que está lendo isto não é mãe, e sua mãe já não está por perto, desacelere você também!

 

Por uma vida mais slow!!!

 

Beijos e abraços desacelerados!!!

 

Luciana Cairo