luciana cairo

3 dicas para promover Gratidão no Trabalho 

3 dicas para promover Gratidão no Trabalho

Olá, tudo bem?

Muito se tem falado da gratidão e de suas práticas no âmbito pessoal, mas será possível promover Gratidão no trabalho?

É sobre isso que quero falar hoje com você!

De acordo com uma pesquisa de 2.000 americanos divulgada no início deste ano pela Fundação John Templeton, as pessoas são menos propensas a sentir ou expressar gratidão no trabalho do que em qualquer outro lugar.  Eles não são gratos por seus empregos atuais, excluindo o trabalho da lista de coisas que eles agradecem.

Concretamente, apenas aqueles que ganharam US $ 150.000 ou mais provavelmente expressariam qualquer gratidão por seus trabalhos, de acordo com a pesquisa de Templeton.

Isso sugere um dos fatores que prejudica a gratidão no trabalho: poder e desequilíbrios de pagamento.

 

Os benefícios da gratidão vão além de um senso de auto-estima, auto-eficácia e confiança entre os funcionários.

Quanto maior o número de experiências de gratidão que as pessoas tem em um determinado dia, melhor elas se sentem.

As pessoas que mantem isso durante pelo menos duas semanas mostram aumento significativo da felicidade, maior satisfação com a vida e maior resiliência ao estresse.

 

Construir uma cultura de gratidão no trabalho não é fácil, mas a ciência diz que vale a pena.

Então, aqui estão três dicas testadas pela pesquisa para promover a gratidão no trabalho.

 

  1. Comece no topo.

 

Esta é uma das ofertas mais claras da pesquisa em gratidão no local de trabalho: os funcionários precisam ouvir “obrigado” pelo chefe primeiro. Isso porque expressar gratidão pode fazer com que algumas pessoas se sintam inseguras, particularmente em um local de trabalho com histórico de ingratidão.

Cabe às pessoas com poder, de forma clara, consistente e autentica, dizer “obrigado” em configurações públicas e privadas.

 

  1. Aponte para qualidade, não quantidade.

 

Forçar as pessoas a serem gratas, não funciona.

Forçar alimenta os desequilíbrios de poder que minam a gratidão em primeiro lugar, e isso pode tornar as expressões de gratidão como inautênticas.

A chave é criar tempos e espaços que promovam a expressão voluntária e espontânea de gratidão.

Os estudos mostram também, veja que interessante, que tentar ser agradecido todos os dias, forçar-se a ser agradecido, induz a fadiga de gratidão.

Então, como ser autêntico?

Os detalhes são decisivos.

Quando você é específico sobre os benefícios de uma pessoa, ação ou coisa, aumenta a sua própria apreciação – e como dizer a pessoa que você está prestando atenção, ao invés de apenas passar por ela.

 

  1. Fornecer muitas oportunidades de gratidão.

 

Quando as pessoas são agradecidas por seu trabalho, eles são mais propensos a aumentar seu comportamento de ajuda e a fornecer ajuda aos outros.

Mas nem todo mundo gosta de ser agradecido – ou gosta de dizer “obrigado” – em público. Eles podem ser tímidos ou genuinamente modestos.

A chave é criar muitos tipos diferentes de oportunidades de gratidão como criar uma “Parede de Gratidão” onde os funcionários possam escrever pelas coisas que são gratas, é um bom recurso para a expressão coletiva da gratidão.

Mas esse tipo de projeto funcionará melhor se for incentivado o “obrigado” para que atinja seres humanos reais em vez de coisas. Todos nós somos gratos pelo café, por exemplo, mas a gratidão deve ser para Maria, a assistente administrativa que faz café todas as manhãs.

 

É preciso investir esforços para que a Gratidão possa ser vista como mais uma habilidade de carreira, que a podemos cultivar ao lado de habilidades como comunicação, negociação e liderança.

É algo que qualquer um pode aprender e pelo qual todos podem se beneficiar.

 

Que tal promover Gratidão no trabalho?

Abraços,

Luciana Cairo

(adaptação do texto – “Five Ways to Cultivate Gratitude at Work” – GGSC)

Coragem

Coragem

 

Como enfrentar o medo, a dor, o perigo, a incerteza ou intimidação?

Com coragem!

Coragem é a habilidade que nos permite enfrentar os problemas e as barreiras que nos colocam medo, é a força positiva para combater momentos tenebrosos da vida.

Momentos tenebrosos aqui pode-se pensar em grandes ou pequenos dependendo de cada um de nós. Podemos precisar de coragem para sair na rua, coragem para pular de paraquedas, coragem para dirigir sozinho pela primeira vez, ou para pular em uma piscina.

Esse final de semana fomos abençoados em visitar uma cidade próxima de onde moramos. O verde dos campos, o sol que brilha diferente e o canto dos pássaros foram dádivas desse passeio, um verdadeiro relax para alma.

Fomos à piscina. Gosto muito de nadar mas tenho ( ou melhor tinha) medo de pular na água, sempre desço pela escada ou beiradinha da piscina. Cismei que tinha que me livrar dessa limitação, afinal são anos imaginando pular no meio da piscina como fazem meus filhos…

Sem brincadeira, fiquei uns dez minutos em pé ao redor da piscina procurando o melhor angulo, a melhor estratégia, procurando um espaço longe das outras pessoas, sentindo o medo nas minhas pernas e braços…(como o medo domina nosso físico!)

Estava quase desistindo, deixando para a próxima vez…como sempre…embora meus filhos me encorajassem todo o tempo me demonstrando, inclusive, como eles pulavam e quais técnicas usavam, mas quando somos dominados pelo medo, não há técnica suficiente que te ajude a ter coragem.

Foi quando meu marido veio me ajudar. Pensamos juntos:

Tens habilidade para pular? Nunca havia pulado, mas sei nadar, sei sair da água…

O que eu perderia se não pulasse? Perderia o prazer de pular na água como sempre sonhei.

O que eu ganharia se pulasse? Ganharia confiança em mim mesma, venceria um medo antigo.

E juntos fomos pensando em como seria minha reação após pular, o que eu sentiria, como comemoraria, quais sensações sentiria…e assim, fui desenhando um quadro de sucesso em minha cabeça, ancorando as boas sensações, apoderando tudo isso e ficando mais segura, mais corajosa.

Ancoras não pedem passagem, diz nosso amigo e mentor, Valdecy Carneiro! Uma vez instaladas são nossas “armas do bem”.

E…. TCHIBUM!!

Pulei no meio da piscina, meio desengonçada é verdade, mas vitoriosa!

Parecia uma criança ganhando um presente de natal.

E comemorei e pulei de novo e pulei de novo e no outro dia pulei de novo…Tive gratidão pelo meu pai que me ensinou a enfrentar uma piscina, gratidão pelos meus professores de natação, gratidão a Deus pelos meus pulmões que cheios de ar, flutuam (Ele pensou até nisso!)

Melhor que a sensação de estar nos braços da água foi a vitória de mais um medo e o aprendizado de como gerar coragem para realizar o que se quer.

Passei por muitos momentos de coragem na minha vida, quando fui viajar pela primeira vez sozinha, quando acompanhei meu filho doente em uma UTI ou quando quebrei meu pé e precisei fazer uma cirurgia com um bebê de 8 meses na barriga…aposto que você também passou por momentos em que a coragem sobrepôs todo o medo! Nessas ocasiões em que não há escolha nossos hormônios nos ajudam naturalmente.

O desafio é gerar coragem para nossos medos que podem ser adiados. Pular na piscina é um medo adiável, poderia ser feito em outra ocasião. O diferencial está na oportunidade para gerar coragem e vencer o medo. Aquela piscina estava favorável, era funda o suficiente, tinha poucas pessoas e minha família estava por perto. Perceber e aproveitar as oportunidades favoráveis é o caminho para gerar o fluxo de coragem interno e vencer os medos do dia a dia, sejam eles pequenos ou grandes.

Pular na piscina pode ser um medo pequeno ou grande, depende da experiência de cada um, para mim era um medo grande! Agora, aprender a gerar coragem, independente do tamanho do medo é sempre um grande crescimento, motiva a ir além.

Ao infinito e além!!!

 

Grande semana para você!

 

Luciana Cairo

 

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Não é fácil ter a Vida Que Você Quer!

Não é fácil ter a Vida Que Você Quer!

 

É Verdade! Não é fácil ter a Vida Que Você Quer! Está para todos, mas nem todos estão para ela!

Falo isso com convicção!

Não conheço quem realizou um sonho sem antes se dedicar, sacrificar a novela, o filme preferido, a cerveja com os amigos ou o final de semana na praia.

Se o seu ponto de mudança é melhorar os relacionamentos familiares, terá que se dedicar aos filhos, ao cônjuge, terá que vencer o cansaço de um dia de trabalho, para poder conviver, contar uma história ou simplesmente ouvir o que eles tem a dizer.

Se sua mudança é na carreira, terá que estudar, fazer um outro curso, desbravar possibilidades enquanto o happy hour rola solto.

Se quer mudança na sua saúde, sacrificará o torresmo da feijoada e dormirá e acordará mais cedo para se exercitar.

Para qualquer mudança você precisa de novas atitudes e novas atitudes são doloridas, tiram você da zona de conforto, te separam temporariamente das coisas que você gosta para alcançar um bem maior.

Por isso digo que não é fácil ter a vida que você quer sem o mínimo de disposição e dedicação.

O quanto você está disposto a fazer novas coisas para ter novos resultados?

 

Pense nisso!!!

 

Luciana Cairo (se sentindo pensativa!)

Mãe, desacelera!

 

 

Quem é mãe levanta a mão!

Quem é filho de uma mãe, levanta a mão!

Isso!

 

É para você mãe ou filho de uma mãe que escrevo hoje!

 

Sabe aquela lista de coisas que aprendemos a fazer para não ficar perdida ou para nos organizarmos melhor? Bem, eu tenho uma dessas diariamente, virou um bom hábito, as vezes escrevo em um caderninho, outras, no celular, outras no pedacinho de papel que achei ali pela cozinha.

 

Certo dia minha lista estava tão cheia que resolvi delegar algumas tarefas, passei uma para meu filho, outra para minha filha, outra tarefa para meu marido e eu fiquei com as demais.

 

Sabe aqueles dias que você não senta nem para almoçar? Esse dia foi assim.

 

Mas por que estou te falando tudo isso? É que no meio da tarde quando eu já estava cansada, minha filha olhou para mim e disse: você não para nunca? Quanta animação, hein?

 

Fiquei pensando, animação é uma coisa boa! Eba! Recebi como um elogio!

 

Mas depois refletindo melhor, será que era animação ou afoitamento para terminar tudo que havia proposto?

 

Sou, realmente, bem animada para fazer as coisas, estou sempre procurando novidades, lugares diferentes, atividades que me tragam crescimento e gosto de dar conta das atividades corriqueiras.

 

Mas as perguntas da minha filha foram um sinal de alerta!

 

Até onde vai a animação e começa a distração? Distração mesmo, não escrevi errado. As vezes, nós mulheres e mães, nos atarefamos demasiadamente sem perceber, ocupando nosso tempo de forma que não podemos ocupa-lo com atividades que cuidem da gente (outros diriam que é uma fuga mesmo).

 

Estamos tão acostumadas a cuidar do outro que esquecemos de cuidar de nós. E não digo só da aparência (eu por exemplo, adoro uma massagem!), falo do cuidar da alma, do cuidar da essência.

 

Quando minha filha fez essas perguntas foi como ela quisesse me dizer, mãe, desacelera! Vai mais devagar…o tempo passa de qualquer jeito!

 

Em outras épocas, simplesmente responderia a ela que eram tarefas a serem feitas que não poderiam ficar para depois. Hoje, (como é bom desenvolver o autoconhecimento!) percebo as entrelinhas das situações da minha vida, reflito sobre elas e, se preciso, mudo.

 

Se você é mãe como eu, desacelera vai! Busque um tempo para você, viva intensamente.

 

Se você é filho ou filha de uma mãe, ajude-a a desacelerar! Veja sua mãe com olhos de quem quer ver! Fale com ela como fez minha filha, ajude-a a ver que a vida familiar e a vida dela mesma, merece mais que louças e roupas para lavar o tempo todo.

 

E se você que está lendo isto não é mãe, e sua mãe já não está por perto, desacelere você também!

 

Por uma vida mais slow!!!

 

Beijos e abraços desacelerados!!!

 

Luciana Cairo